Sexta-feira, Janeiro 27, 2006

Sim!
Depois de tanto choro, tanta vela e tanda dúvida: estou voltando pra casa.
Espero ser feliz.
Espero gostar de estudar.
Espero ser bem vinda pras pessoas como antes!

Saudades!
Dá licença, vou comprar meu material da escola e já volto! :DDD

silent, C.
8:48 PM
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Terça-feira, Setembro 13, 2005

O que depende de mim, está a caminho de se resolver, isso se já não estiver.

O que também depende do outros, não há o que fazer, senão a minha parte.

silent, C.
1:02 PM
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Sexta-feira, Setembro 02, 2005

É muito difícil encontrar as respostas para nossas dúvidas.
Não sei mais o que questionar pra me convencer de qual é o caminho certo.
O que me deixa feliz?

Às vezes a única coisa é conversar com as pessoas certas. Umas contra, outras a favor, mas talvez todas querendo nossa felicidade. Mas eu precisava de uma palavra que me convencesse a ficar ou a ir. Que me ajudasse. Ainda que a decisão deva ser minha e somente minha.

É muito difícil arriscar pra quem não tem coragem. E mais difícil ainda é, se errar o caminho, olhar nos olhos das pessoas que de alguma forma acusam ter avisado que aquele caminho era errado.
Mas que caminho é errado quando o que se quer é buscar a felicidade?

Uma pessoa me diz que a gente só tem uma vida, alguns anos que, quando no fim, a importante é conseguir ver coisas boas que fizemos. O que importa é ser feliz.
E ser feliz depende de que?
Uma coisa que vale aprender e levar pra vida toda é se desprender dos outros e ouvir mais o próprio coração. Quão grande é o medo das outras pessoas, que nos cala, nos paralisa, nos faz deixar de agir pela nossa felicidade. Quem vai agir por nós senão nós mesmos?

Tá muito difícil achar a solução. Mas desistir é a última coisa a se fazer.

silent, C.
11:28 AM
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Sexta-feira, Abril 29, 2005

É difícil tentar entender como é que as pessoas pensam. E isso é uma das maiores inseguranças do ser humano. Afinal, geralmente queremos o controle da situação, ou ao menos o controle das nossas vidas.
Eu generalizo, mas essas palavras cabem essencialmente a mim.
Não deixo verem o meu lado "possessivo" porque assumo que isso é um defeito, e dos piores. O auto-controle acima de tudo.
E nessas perdemos pessoas porque não temos o direito de controlá-las, porque cada um com seu cada qual. Livre-arbítrio. Mas eu me consolei a tempo de não perder pessoas por esse defeito. Agora só desejo o controle da minha vida, apenas. E desejo que esse controle seja só meu, de mais ninguém.
E um último desejo, no fim das contas, eu queria saber o que as pessoas pensam, como pensam. Isso tiraria muitas dúvidas. E tudo ficaria bem.

Tenham um ótimo fim de semana.
O meu será de dores, aulas e uma baladinha porque ninguém é de ferro.
;)

silent, C.
9:33 PM
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Segunda-feira, Abril 25, 2005

d..b: furadeira do meu pai

Você acredita em Deus?

silent, C.
3:19 PM
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Segunda-feira, Abril 18, 2005

d..b: Luz do sol - Armandinho

Eu devia aprender a falar menos e fazer mais.
Ou simplesmente, falar menos. Seria muito útil.
Há uns tempos eu era assim... falava pouco, ficava no meu canto no exclusivo camarote do mundo. Eu via, observava, analisava... muitas vezes ria, muitas vezes me revoltava. Mas eu era silenciosa, agradavelmente discreta.
Uma pena talvez ter mudado tão radicalmente. Ok, nem tão radicalmente assim. Eu apenas aprendi a falar, mas não de mim. E às vezes acredito que nem seja bom aprender a falar de mim pra todos os ventos. As pessoas usam contra você... como aquela velha história "tudo que disser pode ser usado contra você perante o juiz".
Quem é o juiz da vida?
Eu queria saber ser sensata e me calar nas horas certas. Não pra deixar de falar, mas pra não falar besteiras aos montes, coisa que nunca admirei em ninguém.
Eu me pego pensando em muitas coisas que me tornei e que antes questionava, pré julgava.
Valores.
Quando a gente quer, a gente consegue. É o que dizem.
Vou aprender a me calar novamente sem perder a espontaneidade.

silent, C.
10:05 PM
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Quarta-feira, Abril 13, 2005

d^^b: Deixa o menino jogar - Natiruts

Eu descobri que sou um tanto quanto saudosista.
Já pensei mil vezes em deixar de escrever, já que a frenquência caiu absurdamente. Já pensei também e deixar o flog por ali, ele na dele e eu na minha. Já tive fases de querer mandar a net pro saco e me libertar de algo que eu achava ser o causador dos meus problemas.
Naquela época, eu mal sabia que ia sentir falta daquilo tudo. Eu mal sabia que, sonhando tanto, querendo tanto, desejando tão alto, eu era feliz.
Eu era cheia de crises... crises que me faziam crescer muito. Eu tinha curiosidade, queria aprender, devorava informações. Eu sonhava com minha vida fora daqui.
Eram tantos planos e nunca fui a fundo o suficiente pra realizá-los.
Eu ouço hoje músicas que me marcaram nessa fase, e dá uma saudade!
Sinto falta daquelas pessoas, da forma como ela conversavam comigo, sonhavam, me incentivavam.
Hoje, pensando em escrever aqui, pensando na remota hipótese de largar O Vento, o meu Vento, me senti sozinha. É como se eu largasse parte da minha história. É como se eu colocasse pedras em cima de tudo que já sonhei.
Longe de mim criticar ou deixar de valorizar minha fase agora.
Mas eu me lembro... me lembro da liberdade que eu sentia, do cheirinho dos ares que eu desejava nos meus sonhos.
Eu lamento. Lamento ter deixado de lado os valores que tinha há uns meses atrás. Lamento esquecer o que significa na pele a palavra liberdade. Lamento coisas que não fiz, e essas são as mais dolorosas.
Era pra eu estar longe daqui e não fui por que?
Eu me perguntava por que não tive as mudanças que quis e que muitas pessoas tiveram.
Talvez pelo destino, de alguma forma sei que ele mexe na nossa vida.
Talvez pela superproteção de quem tá por perto.
Talvez pela falta de iniciativa.
A sensação eu nem sei explicar. Um misto de querer que aquilo tudo volte, de querer me sentir mais completa comigo mesma, de ser um pouco menos dependente dos outros e voltar a ser um teco mais auto-suficiente.
...

silent, C.
9:47 PM
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Sábado, Março 12, 2005

Eu gosto do que faço.
E olha que começo dizem que é chato por ser teoria.
Eu gosto, mas faço pouco.
O que preciso pra fazer mais?
R: Fazer mais.

Eu quero progredir.
Quero montar uma grife e estampar personagens e desenhos meus em camisetas.
Montar uma agência de design e que faça tudo.
Quero aprender a fazer caricatura e desenhar pessoas no Parque do Ibirapuera.
Arranjar um emprego pra pagar contas que sei que vou ter.
Aprender coisas da minha área.
Quero sair de SP. Quero ficar em SP.
Quero ser de todas as tribos, e ser somente eu.
Quero as pessoas que gosto perto de mim, por um momento, por uns dias.
Quero continuar tendo pessoas de longe no meu coração. Quero amigos.
Quero que a faculdade continue a perfeição que está, que as pessoas continuem como são umas com as outras.
Quero um estilo e todos.
Quero agradar.
Um sorvete de casquinha.
Um dom desenvolvido.
Meu telefone/celular tocando.
Eu quero muitas coisas. E quero ser cuidada e bajulada.
Porque eu falo que não, mas descobri que sou assim.
Eu quero muito.
A maioria das coisas eu posso fazer por mim mesma.

silent, C.
8:59 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005

Quem tem, tem!

Quem tem QI, não precisa de currículo.
Basta faculdade de nome?
Existem empresas que não contratam formados da USP.
Enviar milhões de currículos, ir atrás. E assim, consegue emprego?
Não.
O que basta é conhecer pessoas. Pessoas certas. O famoso QI.
E quem são as pessoas certas?

silent, C.
6:59 PM
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Terça-feira, Fevereiro 15, 2005

Apenas deu vontade.

Parece que o ano agora começou de vez.
Fim das férias e começo de aulas, foram (e estão sendo) alguns dias conturbados.
Quem disse que a despedida é fácil? Ninguém, e nem eu mesma achei isso. Sentir na pele é que provoca aquela tensão.
Mas não chega nem perto de ser motivo de desistência. O que o futuro nos prepara? Agora e cada vez mais eu acredito em surpresas.
O ano começou de vez. Sim.
2005
E me disseram logo nos primeiros dias que seria pra mim um dos melhores. Acredito que será.

Começando a faculdade e nada de brincadeira. Mania minha de levar as coisas muito a sério.
Quero arranjar emprego, preciso. Pagar a faculdade é o maior objetivo.
18 aninhos.
Quem diria?
Achei que ia ser criança pro resto da vida (não deixei de ser, mas uma criança agora com outras responsabilidades).
Pagar faculdade, tirar boas notas, conseguir bolsa, me preocupar com meu estilo, minha personalidade, tirar carteira de motorista, arranjar emprego, aprender a desenhar (COMO VOU SER DESIGNER SEM SABER DESENHAR?? ¬¬)
Uau... quanta coisa...
E nem pára por aí.
Mas e daí?
Vergonha na cara, cara de pau e sonhos no coração.
Quem acredita, pode!

Depois dos dias bagunçados, eu começo a me encontrar.
Dois dias perdida na faculdade. É pra fazer piada com isso. hehehe
Mas agora eu me achei. Descobri que sou turma A, junto com o pessoas de nome A até J. Além disso tenho aula de desenho a manhã toda de quarta feira. Dizem que a professora de sociologia é um "amoooooooooooooooooorrrr". Tenho aula no ateliê A134 e na sala A207 (quatro dias por semana aliás).
Alguém tem um emprego pra me arrumar?
:)

silent, C.
12:25 PM
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Sexta-feira, Janeiro 28, 2005

Às vezes a gente reclama da vida mesmo sem motivo. Mas no fundo eu acho que a gente sempre tem motivo pra reclamar, a diferença é que nem sempre eles são relevantes.
Ano passado eu reclamei de muita coisa. Fechava os olhos pra tudo que eu tinha, tudo que consegui, tudo que lutei e só via problemas, cansaço, vazio.
De uma hora pra outra a vida me deu um golpe. Sabe quando você leva um tombo e cai sentado no chão, bem no ossinho que mais dói? Pois doeu assim. Mas ao contrário de me acomodar ali, até a dor passar, tentei abrir os olhos, enxugar as lágrimas e olhar o que eu tinha ao meu redor: soluções, tratamento, pessoas que me amam e que estavam dispostas a ficar do meu lado em todos os momentos.
A luz veio aí! E hoje só tenho o que agradecer.
Hoje ainda me questiono de muitas coisas. Até o ano acabar, mesmo nos primeiros dias de 2005, eu sentia o peso daquele tombo ainda. Mas não estava sozinha.
E hoje, exatamente hoje, depois de alguns meses encarando as coisas de cabeça erguida, mente aberta e engolindo as lágrimas, eu me vi 90% mais leve. Não digo 100%, porque esse peso que restou vou levar pro resto da minha vida. Ahh, ele nem pesa tanto assim...
Estou aliviada.
E hoje só tenho o que agradecer.
A vida me fez levar um tombo pra aprender a não andar toda cheia de si, cheia de segurança. Mas em compensação me deu força, me deu possibilidades, me deu pessoas. Hoje agradeço mais do que nunca pela família que esteve do meu lado desde o começo, mesmo tendo o direito de escolher outro caminho; pelo homem que apareceu ali quietinho e hoje é parte de TUDO na minha vida; pelos amigos que souberam do tombo, me mostraram confiança, não me recriminaram e sempre estiveram do meu lado quando eu mais queria chorar. Obrigada a todos vocês que vibraram comigo a cada conquista nesses meses.
Os primeiros dias se passaram e 2005 foi se iluminando, clareando minha mente e me deixando ver novamente as cores que cada um pintou na minha vida.
Hoje agradeço por estar na faculdade que escolhi, por ter curado a dor, por ter aprendido a chorar na frente de alguém, por esse alguém não ter me largado nem um segundo se quer nesse meu choro a toa, pela cura, pelas oportunidades, pela VIDA.
Hoje me sinto mais leve!

silent, C.
12:06 AM
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Segunda-feira, Dezembro 13, 2004

Mais um final de ano.
Tenho em mim que o Vento já tem 2 anos de sobrevivência, ou mais.
Conheci pessoas lindas, pessoas inteligentes, pessoas em crise, pessoas que me pediam pra escrever mais...
Infelizmente parece que o blog perdeu muita força. Eu mesma abandonei isso aqui. Mas mesmo assim algumas pessoas ainda aparecem pra comentar.

Final de ano tem um cheirinho diferente.
Cheiro de retrospectiva.
Lembro o que eram meus planos no começo de 2004 e o que eles são agora. Surpresas.
Não tenho novos planos definidos pra 2005. Eu só peço a Deus com toda fé que seja um ano espetacular. Que seja, não uma recompensa, porque não mereço, mas um estímulo.
Nem sei se mereço recompensa, estimulo o qualquer outra coisa. Sei que não fiz do meu 2004 satisfatório pra mim mesma. Posso citar nos dedos as coisas boas que surgiram esse ano - e agora só consigo pensar mesmo em uma.

Chega final do ano meu espírito é diferente. Eu quero mudanças.
Parece que meu coração abre, minha alma voa. E isso não causa o que parece: liberdade.
Isso me angustia de pensar que um ano foi e com ele muitas coisas também foram.
Fim de ano é época de retrospectiva. Realmente.
De planos.
Queria tantas coisas que não posso. E não posso porque não faço.
"EU QUERO. EU POSSO. EU FAÇO." - perdi o lema.
Pior é ter consciência disso e continuar assim.

Minha intuição diz que 2005 será diferente.
Tem dias que sou inundada por uma onda de esperança e de coragem e de força.
Nos outros dias eu me largo no canto, só pensando, com os olhos marejados.
Sinto falta. Falta do que me faz esquecer de tudo.
Ouço Vento e tudo se intensifica, inclusive o que dói.
Me arrependo. Queria voltar no tempo e saber onde errei pra herdar algo ruim pro resto da vida. Queria que não me jogassem uma falta de responsabilidade que eu nem sei quando tive. Sou culpada. Alguém sempre tem que ser culpado.

Lamento ter perdido tantas pessoas. Mas eu não tenho o poder de mantê-las do meu lado.
Perdi Ana, que não sei onde foi parar; perdi Nay; e tantas outras pessoas que, não sei como, mas eu gostava muito.
Perdi. Como se um dia os tivesse.

Final de ano é época de retrospectiva.
E aí cai uma lágrima de alegria ou de saudade. De amor ou de arrependimento.
E eu reclamo de que?
Eu amo, eu choro, eu sinto falta.
Mas as coisas serão diferentes.

Eu peço a Deus que 2005 seja diferente.
Não só pra mim como pra algumas pessoas especialíssimas.
Vou aprender a ter o coração aberto.
Vou aprender a esquecer dores.
Vou aprender a deixar o passado pra trás.
Vou aprender a falar.
Vou aprender a não esquecer meu sonhos.
Vou aprender a chorar quando sentir vontade.
Vou aprender a LUTAR.

Eu não sei se volto antes do Natal e antes da virada do ano.
Portanto desde já desejo, com todas as minhas forças e do fundo do coração, a todos um Natal cheio de paz e tranquilidade, amor e companheirismo, perdão e novos sorrisos. Um Ano Novo significativo, não é só a virada de um ano pra outro, é o cheiro de mudança.
Muita energia boa pra todos, fé, coragem, liberdade e amor.
Sorrisos e mãos podem ter um efeito jamais esperado.
Sinto meu coração apertado de desejo. Desejo de que seja tudo melhor pra mim e pra todos. 2004 foi um ano duro pra muita gente. 2005 será mais leve, mais prazeroso.
Fiquem com Deus.


*Quem quiser meu contato e ainda não tiver, podem entrar no flog que atualizo mais lá, e procurem no About meu MSN.

silent, C.
8:43 PM
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Terça-feira, Dezembro 07, 2004

Não sei porque ninguém acredita, mas eu tenho ciúmes. Às vezes eu MORRO de ciúmes. Mas a única coisa que posso fazer é engolir.
Ciúme é uma coisa que se a gente alimenta, por mais que não queira, ele acaba com a gente e com pessoas que são importantes.
Ciúme não é sinônimo, necessariamente, de insegurança. É coisa normal, que a gente sente por quem se gosta, por quem ama, por quem quer bem.
Mas é perigoso... é ver uma foto, é ler uma palavra que não era pra você, mesmo sendo passado, e alimentar esse sentimento. Aí ele corrói, bota lágrimas nos olhos a toa. Aí ele constrói a insegurança.
É bom deixar claro: insegurança, não desconfiança.
Você tem ciúme do passado. E que bobagem!
Passado já foi. O presente é teu agora.
O ciúme vem quando você menos espera. Esse ciúme negativo.
Porque, sim, existe um ciúme bom. É aquele que te dá uma pontadinha só lá dentro, mas que não dói. Aquele que aquece, que você pode controlar e falar numa boa.
Mas ele se torna mau quando dói. Porque ciúme faz doer.
Eu não gosto de sentir a insegurança que eu não tenho, mas que o ciúme me causa quando eu alimento ele.
Pra ser sincera é rarissimo me deixar alimentando uma coisa dessas. Sou difícil de alimentar coisas ruins que me fazerm tão mal.
Mas dia desses fiz isso. E senti coisas que nunca quis sentir e não desejo pra ninguém.
A culpa não é sua, nem dele, nem dela. Se há culpa nisso, é unicamente minha que me deixei continuar quando tinha que parar.
Entenda-se...
Mas não entendo...
Por que ninguém acredita que eu tenho ciúmes?

silent, C.
10:46 PM
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Sábado, Novembro 06, 2004

A vida é um teste. Maldito!

Tudo bem com você?! Sim. Finalmente fica tudo bem.
Por alguns dias.
Você questiona: o que é melhor?
Talvez o melhor seria o mais fácil, cai fora. Talvez o melhor é não se deixar abalar e continuar no seu caminho.
Não olhe pros lados. Não olhe pra trás. Feche os olhos.
Isso é certo?
Fechar os olhos e talvez perder visões que há tanto esperava?
E aí você pesa um lado, pesa o outro.
Ainda bem que tenho a balança.
"Ainda bem" se ela ajudasse em alguma coisa.
Seria tudo o que você imagina?
Seria tudo o que espera?
Seria justo?
Mil juras de lealdade, como cachorro com dono.
Uma lealdade eterna.
Nada é eterno.
As coisas acabam e recomeçam.
A vida. A Arte. Tudo são fluxos e refluxos. Fins e começos.
E agora é o fim de um começo que talvez duraria.
Ou seria o começo de um fim?
Uma decisão.

silent, C.
4:39 PM
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Sábado, Outubro 09, 2004

Hum... fazia tempo que não me sentia assim. Esperando tanto por alguma coisa, ansiosa.

Há uns meses eu pedi a todos os deuses que tirassem eles da minha vida. TODOS eles. Queria me sentir livre novamente, sem preocupações com o coração.
Não fui atendida. Meus pedidos foram ignorados em cada departamento do céu. Ironia, mas eu sabia aqui dentro que a responsável seria eu. Eu que tomaria uma atitude para tirá-los da minha vida. E tomei. Fugi.
Procurei outras alternativas pra minha cabeça pesada, cheia de idéias, pensamentos que deveriam receber maior atenção. Resolver muitos outros casos que deixei de lado o ano todo. (Hoje vejo o quanto isso foi ruim, já que tudo continua aqui dentro e sem respostas nem solução.)
Quando voltei, eles ainda continuavam lá. Não os tiraram de mim, nem eu os mandei embora. Até porque me calo nos momentos em que mais preciso falar.
Era instigante como eu estava presa à sabedoria de um; como eu gostava do outro; e como o outro mexia comigo..
Com o tempo, aquele um seguiu um caminho que preferi não acompanhar, afinal, ele estava feliz e isso já me fazia bem; o segundo foi matando o sentimento aos poucos, com atitudes baixas, falta de carinho e dando espaço pro terceiro me conquistar.
Hoje, eu espero ansiosamente que os minutos passem logo porque ELE está chegando pra mim. O sentimento cresceu de tal maneira que não posso evitar o desejo pelos carinhos e pelas palavras legais ditas no ouvido. Encontro meu 'sonho' pela primeira vez, e acredito que primeira de muitas outras. Foram muitos dias de espera. Mas uma espera gostosa por algo que me faz bem.
O passado se foi. Foi e nem queremos levar em consideração o quanto eu não dava bola pra isso. O que nos importa é o nosso sentimento e os dias que ele passou conosco, que cresceu. E o que importa é hoje o grande passo que vamos dar.

Que todos sejam muito felizes. Que todos esperem o tempo certo de seus sonhos, e tirem desses dias de espera algo que aprendeu, que cresceu.
Cabeça aberta para o gostar de alguém, para o carinho, para sinceridade e honestidade.
Força acima de tudo, não só em relação ao amor, mas a tudo. Porque a vida elimina os fracos. Mas os fracos podem se tornar fortes. É só querer.
Boa sorte a nós.

silent, C.
12:51 PM
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